[RESENHA] O Hobbit – J. R. R. Tolkien

“Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão!”

Resenha do L. J. Lunewalker

Anões cantantes, hobbits folgados, anéis de poder. Uma missão de roubo, um dragão gigante e que come gente, sopra fogo, sopra fogo e come gente. Tolkien nos traz uma história de fantasia épica que anima, diverte, preocupa e assusta.

Desde o começo da história temos canções, que nos embalam e divertem no ritmo da história. É interessante ver como até mesmo os orcs podem cantar. Paisagens incríveis se foram em nossas mentes. Tolkien abusa das descrições, mas o faz com sabedoria. Pode parece enrolado, mas seu universo é único e precisa ser contado.

O hobbit Bilbo Bolseiro em sua vida nunca imaginou que seria parte de uma aventura – ou era isso que ele acabou se convencendo com o passar dos anos – até Gandalf, o mago, passar um trote nele. Enviando uma festa inteira para sua casa sem que ele sequer imaginasse. A comitiva dos 13 anões de Erebor.

Convencido de partir, o hobbit encontra a dureza do mundo longe dos confortos de sua casinha e rotina. A missão do grupo? Reconquistar a Montanha Solitária. Como? Ah, ele nem faz ideia. Ninguém faz. Mas eles querem ir até lá e enfrentar Smaug, o Dragão.

A história também nos apresenta o Um Anel, peça chave para a obra mais famosa do autor. Caramba, é tão incrível ver como a cena é descrita. A narrativa de Tolkien nos mostra uma coisa: a importância dos enigmas.

As charadas são coisas MUITO importantes para sua sobrevivência, principalmente se delas dependem sua rota de fuga ou não ser incinerado pela chama do dragão.

Minha nota geral da obra é cinco de cinco. E eu gostaria muito que a pessoa que está com a minha edição entre em contato. Eu quero meu livro de volta!

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