[RESENHA] Amaldiçoado – Joe Hill

“Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Além disso, descobre algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim”.

Opinião do L. J. Lunewalker

“As coisas boas foram feitas para facilitar o pecado”

He-hey, quanto tempo, não?

Vamos falar hoje de Amaldiçoado, de Joe Hill. Um livro que ficou um bom tempo na minha lista de leitura me encarando pedindo para que fosse lido. Olha, eu já havia visto o filme, então fiquei esperando o que seria diferente da adaptação. Foi incrível!

A leitura é bastante agradável e os personagens são muito bem trabalhados. Ig é o herói trágico que me cativou com uma grande facilidade. Ele começa a história completamente ferrado, afinal há um ano ele é considerado o suspeito número um do assassinato de sua ex-namorada, uma garota linda e que, aparentemente, todo mundo amava. Ah, é, ele acorda com chifres! Chifres, cara! Os chifres são o começo de sua mudança do humano para o demônio; as pessoas perdem o controle de suas línguas e acabam confessando seus pecados, desejos sórdidos e safadezas para ele e, depois que ele se vai, esquecem que ele estava ali e acabam realizando essas vontades macabras!

Apesar de todo mundo amar a moça, eu passei grande parte da leitura com muita raiva dela. Caramba, é um motivo idiota de “não existe isso de amor eterno na primeira vez, não vai dar certo e que temos que ter outras experiências na vida”. Mas, olha, eu me surpreendi. Me surpreendi bastante com o que acontece.

A história tem um desenvolvimento legal, embora às vezes pareça meio confuso mais pro final, quando algumas coisas são reveladas e temos que nos lembrar bem do que foi que ele estava falando.

Minha nota geral da história é quatro de cinco estrelas.

E vocês? Já leram Joe Hill? Alguém já leu a história? Comentem aqui, vamos trocar figurinhas literárias.

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